SAV-Leste 2 - Minas Gerais e Espírito Santo

Aqui, você encontra conteúdos para o Serviço de Animação Vocacional.

sábado, 13 de março de 2010

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI PARA O 44º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

“O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos media ao serviço da Palavra"
[Domingo,16 de Maio de 2010]

Queridos irmãos e irmãs!
O tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais – “O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos media ao serviço da Palavra” – insere-se perfeitamente no trajeto do Ano Sacerdotal e traz à ribalta a reflexão sobre um âmbito vasto e delicado da pastoral como é o da comunicação e do mundo digital, que oferece ao sacerdote novas possibilidades para exercer o seu serviço à Palavra e da Palavra. Os meios modernos de comunicação fazem parte, desde há muito tempo, dos instrumentos ordinários através dos quais as comunidades eclesiais se exprimem, entrando em contacto com o seu próprio território e estabelecendo, muito frequentemente, formas de diálogo mais abrangentes, mas a sua recente e incisiva difusão e a sua notável influência tornam cada vez mais importante e útil o seu uso no ministério sacerdotal.
A tarefa primária do sacerdote é anunciar Cristo, Palavra de Deus encarnada, e comunicar a multiforme graça divina portadora de salvação mediante os sacramentos. Convocada pela Palavra, a Igreja coloca-se como sinal e instrumento da comunhão que Deus realiza com o homem e que todo o sacerdote é chamado a edificar n’Ele e com Ele. Aqui reside a altíssima dignidade e beleza da missão sacerdotal, na qual se concretiza de modo privilegiado aquilo que afirma o apóstolo Paulo: «Na verdade, a Escritura diz: “Todo aquele que acreditar no Senhor não será confundido”. […] Portanto, todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Mas como hão de invocar Aquele em quem não acreditam? E como hão de acreditar n’Aquele de quem não ouviram falar? E como hão de ouvir falar, se não houver quem lhes pregue? E como hão de pregar, se não forem enviados?» (Rm 10,11.13-15).
Hoje, para dar respostas adequadas a estas questões no âmbito das grandes mudanças culturais, particularmente sentidas no mundo juvenil, tornaram-se um instrumento útil as vias de comunicação abertas pelas conquistas tecnológicas. De fato, pondo à nossa disposição meios que permitem uma capacidade de expressão praticamente ilimitada, o mundo digital abre perspectivas e concretizações notáveis ao incitamento paulino: “Ai de mim se não anunciar o Evangelho!” (1 Cor 9,16). Por conseguinte, com a sua difusão, não só aumenta a responsabilidade do anúncio, mas esta torna-se também mais premente reclamando um compromisso mais motivado e eficaz. A este respeito, o sacerdote acaba por encontrar-se como que no limiar de uma «história nova», porque quanto mais intensas forem as relações criadas pelas modernas tecnologias e mais ampliadas forem as fronteiras pelo mundo digital, tanto mais será chamado o sacerdote a ocupar-se disso pastoralmente, multiplicando o seu empenho em colocar os media ao serviço da Palavra.
Contudo, a divulgação dos “multimídia” e o diversificado «espectro de funções» da própria comunicação podem comportar o risco de uma utilização determinada principalmente pela mera exigência de marcar presença e de considerar erroneamente a internet apenas como um espaço a ser ocupado. Ora, aos presbíteros é pedida a capacidade de estarem presentes no mundo digital em constante fidelidade à mensagem evangélica, para desempenharem o próprio papel de animadores de comunidades, que hoje se exprimem cada vez mais frequentemente através das muitas «vozes» que surgem do mundo digital, e anunciar o Evangelho recorrendo não só aos media tradicionais, mas também ao contributo da nova geração de audiovisuais (fotografia, vídeo, animações, blogues, páginas internet) que representam ocasiões inéditas de diálogo e meios úteis inclusive para a evangelização e a catequese.
Através dos meios modernos de comunicação, o sacerdote poderá dar a conhecer a vida da Igreja e ajudar os homens de hoje a descobrirem o rosto de Cristo, conjugando o uso oportuno e competente de tais meios – adquirido já no período de formação – com uma sólida preparação teológica e uma espiritualidade sacerdotal forte, alimentada pelo diálogo contínuo com o Senhor. No impacto com o mundo digital, mais do que a mão do operador dos media, o presbítero deve fazer transparecer o seu coração de consagrado, para dar uma alma não só ao seu serviço pastoral, mas também ao fluxo comunicativo ininterrupto da «rede».
Também no mundo digital deve ficar patente que a amorosa atenção de Deus em Cristo por nós não é algo do passado nem uma teoria erudita, mas uma realidade absolutamente concreta e atual. De fato, a pastoral no mundo digital há de conseguir mostrar, aos homens do nosso tempo e à humanidade desorientada de hoje, que «Deus está próximo, que, em Cristo, somos todos parte uns dos outros» [Bento XVI, Discurso à Cúria Romana na apresentação dos votos de Natal: «L’Osservatore Romano» (21-22 de Dezembro de 2009) pág. 6].
Quem melhor do que um homem de Deus poderá desenvolver e pôr em prática, mediante as próprias competências no âmbito dos novos meios digitais, uma pastoral que torne Deus vivo e atual na realidade de hoje e apresente a sabedoria religiosa do passado como riqueza donde haurir para se viver dignamente o tempo presente e construir adequadamente o futuro? A tarefa de quem opera, como consagrado, nos media é aplanar a estrada para novos encontros, assegurando sempre a qualidade do contacto humano e a atenção às pessoas e às suas verdadeiras necessidades espirituais; oferecendo, às pessoas que vivem nesta nossa era «digital», os sinais necessários para reconhecerem o Senhor; dando-lhes a oportunidade de se educarem para a expectativa e a esperança, abeirando-se da Palavra de Deus que salva e favorece o desenvolvimento humano integral. A Palavra poderá assim fazer-se ao largo no meio das numerosas encruzilhadas criadas pelo denso emaranhado das auto-estradas que sulcam o ciberespaço e afirmar o direito de cidadania de Deus em todas as épocas, a fim de que, através das novas formas de comunicação, Ele possa passar pelas ruas das cidades e deter-se no limiar das casas e dos corações, fazendo ouvir de novo a sua voz: «Eu estou à porta e chamo. Se alguém ouvir a minha voz e Me abrir a porta, entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo» (Ap 3, 20).
Na Mensagem do ano passado para idêntica ocasião, encorajei os responsáveis pelos processos de comunicação a promoverem uma cultura que respeite a dignidade e o valor da pessoa humana. Este é um dos caminhos onde a Igreja é chamada a exercer uma “diaconia da cultura” no atual «continente digital». Com o Evangelho nas mãos e no coração, é preciso reafirmar que é tempo também de continuar a preparar caminhos que conduzam à Palavra de Deus, não descurando uma atenção particular por quem se encontra em condição de busca, mas antes procurando mantê-la desperta como primeiro passo para a evangelização. Efetivamente, uma pastoral no mundo digital é chamada a ter em conta também aqueles que não acreditam, caíram no desânimo e cultivam no coração desejos de absoluto e de verdades não caducas, dado que os novos meios permitem entrar em contacto com crentes de todas as religiões, com não-crentes e pessoas de todas as culturas. Do mesmo modo que o profeta Isaías chegou a imaginar uma casa de oração para todos os povos (cf. Is 56,7), não se poderá porventura prever que a internet possa dar espaço – como o «pátio dos gentios» do Templo de Jerusalém – também àqueles para quem Deus é ainda um desconhecido?
O desenvolvimento das novas tecnologias e, na sua dimensão global, todo o mundo digital representam um grande recurso, tanto para a humanidade no seu todo como para o homem na singularidade do seu ser, e um estímulo para o confronto e o diálogo. Mas aquelas apresentam-se igualmente como uma grande oportunidade para os crentes. De fato nenhum caminho pode, nem deve, ser vedado a quem, em nome de Cristo ressuscitado, se empenha em tornar-se cada vez mais solidário com o homem. Por conseguinte e antes de mais nada, os novos media oferecem aos presbíteros perspectivas sempre novas e, pastoralmente, ilimitadas, que os solicitam a valorizar a dimensão universal da Igreja para uma comunhão ampla e concreta; a ser no mundo de hoje testemunhas da vida sempre nova, gerada pela escuta do Evangelho de Jesus, o Filho eterno que veio ao nosso meio para nos salvar. Mas, é preciso não esquecer que a fecundidade do ministério sacerdotal deriva primariamente de Cristo encontrado e escutado na oração, anunciado com a pregação e o testemunho da vida, conhecido, amado e celebrado nos sacramentos sobretudo da Santíssima Eucaristia e da Reconciliação.
A vós, queridos Sacerdotes, renovo o convite a que aproveiteis com sabedoria as singulares oportunidades oferecidas pela comunicação moderna. Que o Senhor vos torne apaixonados anunciadores da Boa Nova na «ágora» moderna criada pelos meios atuais de comunicação.
Com estes votos, invoco sobre vós a proteção da Mãe de Deus e do Santo Cura d’Ars e, com afeto, concedo a cada um a Bênção Apostólica.
Vaticano, 24 de Janeiro – Festa de São Francisco de Sales – de 2010.

BENEDICTUS PP. XVI

III Congresso Vocacional do Brasil


sexta-feira, 12 de março de 2010

Mistério e amor

“Este mistério é grande”(Ef 5,32)

Há pessoas que aceitam o mistério e abrem a própria existência a possibilidades inéditas, não medidas por uma lógica subjetiva, não determinada pelo automatismo dos instintos, nem bloqueada
em uma posição medíocre, previsível e repetitiva. Quem se abre ao mistério entra na lógica da vocação.
Ao mistério abre-se a pessoa inteligente, não aquela que renuncia a compreender e analisar tudo o que supera a inteligência humana, e nem aquela que, ao contrário, presume ter entendido tudo e acha tudo claro. E a pessoa inteligente descobre, antes de tudo, que a sua própria pessoa, como um ser vivente, é envolvida pelo mistério, ou seja, origina-se nele. Se, de fato, por um lado sabe e reconhece não ter algum direito à existência, e que está nesta vida apenas porque um outro, aliás um
Outro, preferiu a sua existência à não existência, não pode, por outro lado, conhecer com certeza o porquê desta preferência ou predileção. Admite, sem grandes esforços mentais, que o mérito não é seu e, portanto, chega à conclusão de que este Outro o chama à existência por um gesto gratuito
de Boa Vontade. Aliás, é uma Vontade que o amou, mais exatamente o “preferiu”, ou seja, o amou antes de sua existência e, desta forma, independentemente de seus méritos, o fez existir. Há amor maior do que este? Todavia, tudo isto é envolvido pelo mistério, e, sem motivo algum, não o mereceu, nem com a sua bondade nem com suas virtudes (e como poderia ser diferente se ainda não existia?). A única explicação é o amor, que por sua vez carece de explicação: o amor é mistério. Sem ele não se pode explicar e compreender nada da vida, porém o amor verdadeiro é por si inexplicável, é sem motivações e incondicionado, é desinteressado e não tem outra alegria a não ser o de querer bem. É este o amor que está na origem da vida, de toda vida humana, sem exceções. Este não é apenas o amor dos pais, porque eles também, desde Adão e Eva, não são origem de si
próprios, mas são queridos e amados por aquela mesma Boa Vontade. Quem a descobre e reconhece a aurora da sua existência faz uma experiência fundamental que o marca profundamente.

Sente-se amado, desde sempre e para sempre, por um amor seguro e que dá segurança, que fundamenta a auto-estima e que ninguém e nenhum fracasso nem pecado poderão jamais derrubar. É o amor misterioso que faz compreender e saborear uma verdade em si extraordinária, mesmo que
possa aparentar normal, e de conseqüências enormes: a vida é um bem recebido.

Amedeo Cencini
Religioso Canossiano

quinta-feira, 11 de março de 2010

Ano Sacerdotal, Pastoral, VocacionalPastoral Vocacional

 III Congresso Vocacional do Brasil


Mons. José Maria Pereira*
Considerando o Ano Sacerdotal que estamos celebrando e que será encerrado em junho de 2010; preparando o 3ª Congresso Vocacional do Brasil que será realizado de 03 a 07 de setembro de 2010, em Itaici, SP, temos motivos suficientes para uma maior dedicação à Pastoral Vocacional.
Além do mais, quando contemplamos Jesus Cristo que ao final de um dia, cansado, diante de uma multidão abatida, como ovelhas sem pastor, diz: “A messe é grande, os trabalhadores são poucos. Rogai ao Senhor da “Messe que envie trabalhadores para a sua Messe” (Mt 9, 35 – 38). O Evangelho diz que Jesus vendo a multidão, condoeu-se dela… (Mt 9,36). O verbo grego é muito expressivo, diz: “comover-se nas entranhas.” “Se fôssemos consequentes com a nossa fé, quando olhássemos à nossa volta e contemplássemos o espetáculo da História e do Mundo, não poderíamos deixar de sentir crescer nos nossos corações os mesmos sentimentos que animaram o de Jesus Cristo”. (S. Josemaria Escrivá, Cristo que passa, nº 133). Com efeito, a consideração das necessidades espirituais do mundo deve levar-nos a um infatigável e generoso trabalho apostólico.
Na verdade, recorda-nos o Papa Paulo VI: “A responsabilidade da difusão do Evangelho que salva é de todos os que o receberam. O dever missionário recai sobre todo o Corpo da Igreja. De maneira e em medidas diferentes, é certo; mas todos, todos devemos ser solidários no cumprimento deste dever. Assim pois, que a consciência de cada crente se pergunte: tenho cumprido o meu dever missionário? A oração pelas Missões é o primeiro modo de por em prática este dever” (Alocução no Angelus, 23/10/1977).

A PASTORAL VOCACIONAL TEM POR OBJETIVOS:

Despertar para a vocação humana, cristã e eclesial;
discernir os sinais indicadores do chamado de Deus;
cultivar os germes de vocação e acompanhar o processo de opção vocacional consciente e livre.
“Deve dar ênfase às vocações de especial consagração e, entre elas, particularmente, à vocação ao presbiterato” (Doc. CNBB 55, nº 27).
“A Pastoral Vocacional exige ser assumida com um novo, vigoroso e mais decidido compromisso por parte de todos os membros da Igreja, na consciência de que ela não é um elemento secundário ou acessório, nem um momento isolado ou setorial, quase uma simples parte, ainda que relevante, da pastoral global da Igreja” (Doc. 55, nº 28).
RESPONSABILIDADE PELAS VOCAÇÕES

Na Exortação Apostólica “Pastores Dabo Vobis” (PDV) sobre a Formação dos Sacerdotes nas circunstâncias atuais, nº 41, diz o Papa João Paulo II:
“A vocação sacerdotal é um dom de Deus, que constitui certamente um grande bem para, aquele que é o seu primeiro destinatário. Mas é também um dom para a Igreja inteira, um bem para a sua vida e missão. A Igreja, portanto, é chamada a proteger este dom, a estimá-lo: ela é responsável pelo nascimento e pela maturação das vocações sacerdotais. Em consequencia disso, a pastoral vocacional tem como sujeito ativo, como protagonista, a comunidade eclesial enquanto tal, nas suas diversas expressões: da Igreja universal à Igreja particular, e, analogamente, desta à paróquia e a todas as componentes do Povo de Deus.
É grande a urgência, sobretudo hoje, que se difunda e se radique a convicção de que todos os membros da Igreja, sem exceção, têm a graça e a responsabilidade do cuidado pelas vocações. O Concílio Vaticano II é explícito, ao afirmar que “O dever de fomentar as vocações sacerdotais pertence a toda a comunidade cristã, que as deve promover sobretudo mediante uma vida plenamente cristã”.
“Todos os sacerdotes são solidários com o Bispo e co-responsáveis na procura e promoção das vocações presbiterais. De fato, como afirma o Concílio, “ cabe aos sacerdotes, como educadores da fé, cuidar por si, ou por meio de outros, para que cada fiel seja levado, no Espírito Santo, a cultivar a própria vocação”. É esta “uma função que faz parte da própria missão sacerdotal, em virtude da qual o presbítero é feito participante da solicitude de toda a Igreja, para que jamais faltem na terra operários para o Povo de Deus”. A própria vida dos padres, a sua dedicação incondicional ao rebanho de Deus, o seu testemunho de amoroso serviço ao Senhor e à sua Igreja – testemunho assinalado pela opção da cruz acolhida na esperança e na alegria pascal -, a sua concórdia fraterna e o seu zelo pela evangelização do mundo são o primeiro e mais persuasivo fator de fecundidade vocacional.
Uma responsabilidade particularíssima está confiada à família cristã que, em virtude do sacramento do matrimônio, participa de modo próprio e original, na missão educativa da Igreja mestra e mãe.
Em continuidade e sintonia com a obra dos pais e da família, deve colocar-se a escola, que é chamada a viver a sua identidade de “comunidade educadora” com uma proposta cultural também capaz de irradiar luz sobre a dimensão vocacional como valor conatural e fundamental da pessoa humana.
Também os leigos, em particular os catequistas, professores, educadores, animadores da pastoral juvenil, cada um segundo os recursos e modalidades próprias, têm uma grande importância na pastoral das vocações sacerdotais: quanto mais aprofundarem o sentido da sua vocação e missão na Igreja, tanto melhor poderão reconhecer o valor e caráter insubstituível da vocação e da missão presbiteral.
As várias componentes e os diversos membros da Igreja empenhados na pastoral vocacional tornarão tanto mais eficaz a sua obra quanto mais estimularem a comunidade eclesial como tal, a começar pela paróquia, a sentir que o problema das vocações sacerdotais não pode ser minimamente delegado a alguns “encarregados” (os sacerdotes em geral, e mais especialmente os sacerdotes dos seminários), porque sendo “um problema vital que se coloca no próprio coração da Igreja”, deve estar no centro do amor de cada cristão pela Igreja” (PDV, nº 41).
Para despertar mais a nossa consciência com relação ao trabalho vocacional, eis o que diz o Código de Direito Canônico e alguns documentos da Igreja:
O CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO, CÂN. 233 § 1º:
“A toda comunidade incumbe o dever de incentivar as vocações, para que se possa prover suficientemente às necessidades do ministério sagrado da Igreja toda; em especial, têm esse dever as famílias cristãs, os educadores e, de modo particular, os sacerdotes, principalmente os párocos. Os Bispos diocesanos, aos quais compete, antes de todos, cuidar da promoção das vocações, instruam o povo que lhe está confiado sobre a importância do ministério sagrado e sobre a necessidade de ministros na Igreja; suscitem iniciativas para incentivar as vocações com obras especialmente instituídas para isso.”
O DIRETÓRIO PARA O MINISTÉRIO E A VIDA DOS PRESBÍTEROS, DA CONGREGAÇÃO PARA O CLERO, Nº 32:
“Todo o sacerdote reservará um particular cuidado à Pastoral Vocacional, não deixando de incentivar a oração pelas vocações, de prodigar-se na catequese, de cuidar da formação dos acólitos, de apoiar iniciativas apropriadas mediante a relação pessoal que faça descobrir os talentos e saiba descobrir a vontade de Deus em ordem a uma escolha corajosa no seguimento de Cristo… É “exigência insuprimível da caridade pastoral” que – secundando a graça do Espírito Santo – cada presbítero se preocupe de suscitar ao menos uma vocação sacerdotal que lhe possa continuar o ministério.” Leia mais.....

segunda-feira, 8 de março de 2010

08 DE MARÇO DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Sou mulher do Novo Milênio.


Pés firmes e decididos
Trilho o caminho do amor
Deixo pegadas, abro estradas.
Sou mulher do Novo Milênio.
Sou consagrada, sou discípula do Amor,
Coração aberto, olhos despertos,
Não quero a exclusão, busco a integração.
Sou mulher do Novo Milênio.
Carrego nos braços um futuro novo,
Seios fartos do leite da vida,
Ternura e espaço, regaço e abraço,
Vida pr'o povo.
Sou mulher do Novo Milênio.
trago o ventre cheio,
Do desejo de partir um tempo novo,
De muita ternura e tanta fartura,
Pra não haver mais penúria.
Sou mulher do Novo Milênio.
Sou ousadia, coragem, teimosia.
Sou o futuro do passado já presente.
Sou o canto, dança... tempo em mudança.
Sou uma nova mulher!


Helena T. Rech - STS

DIOCESE DE OLIVEIRA-MG

quarta-feira, 3 de março de 2010

Brasil: arcebispo pede incremento das vocações diaconais

Dom Orani Tempesta enfatiza riqueza da vida, da missão e do trabalho diaconal

O arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, pede aos padres de sua arquidiocese que se empenhem “para o frutuoso incremento das vocações diaconais”.
Em artigo difundido hoje no portal da arquidiocese do Rio, Dom Orani considera que a retomada do ministério diaconal, “como uma vocação própria, é uma grande riqueza para nós”.
“Tive a oportunidade de poder vivenciar várias experiências ligadas ao diaconato permanente, seja em minha paróquia, seja iniciando a escola diaconal em minha primeira diocese ou então continuando uma caminhada das mais antigas do Brasil, na arquidiocese anterior a que servi”, conta Dom Orani.
O arcebispo afirma que percebeu “a importância e o valor do diaconato permanente, tanto no campo social como na presença evangelizadora da Igreja nos diversos âmbitos e também nas comunidades. Posso testemunhar, por minhas experiências, a riqueza da vida, da missão e do trabalho diaconal o bem que se faz à Igreja”.
Dom Orani cita exemplos de algumas dioceses dos EUA: Nova York conta com 377 diáconos, Los Angeles, 261, e Boston possui 257. “Os pastores dessas megalópoles, com todos os seus desafios pastorais e sociais tão grandiosos quanto os nossos, souberam acolher a proposta conciliar e deram passos que hoje marcam o trabalho dessas Igrejas”.
No Rio de Janeiro, o prelado recorda a presença da Escola Diaconal, “onde os candidatos passam quase 5 anos de intensa formação doutrinal, pastoral e sacramental, de acordo com as horas-aula que são exigidas, segundo os documentos que organizam a formação diaconal”.
“Com toda esta história e com o trabalho sendo bem desenvolvido, peço a Deus que nos envie muitas vocações para que possamos incrementar ainda mais, com o diaconato permanente, a nossa missão evangelizadora e catequética nesta grande cidade”, afirma o arcebispo.
Dom Orani confia “principalmente aos párocos o discernimento vocacional para que, consultadas as comunidades e os conselhos paroquiais, indiquem candidatos para serem encaminhados nessa direção”.
“Os párocos devem perceber em suas comunidades aqueles homens capazes de assumir essa caminhada vocacional, e também estar abertos para as vocações que lhe chegam espontaneamente ou indicadas por pessoas conhecidas que querem o bem da Igreja.”
“A própria comunidade paroquial é fonte de vocações desses homens que estão dispostos a uma doação mais radical e profunda pela causa do Evangelho”, afirma.
O arcebispo reafirma que estará “sempre empenhado, seguindo a linha de ação pastoral de meus predecessores, no desenvolvimento da vida diaconal em nossa Arquidiocese, com tanto vigor quanto tenho pelas vocações sacerdotais e religiosas”.

AGENDA DO SAV LESTE II


PASTORAL: VOCACIONAL

ATIVIDADE DO REGIONAL LESTE II
- Reunião da coordenação das províncias

DATA
09 de março
01 de junho
05 de novembro

LOCAL:
CNBB –Av. João Pinheiro, 39 - 2° andar - Belo Horizonte -

CONTATO: Ir. Gervis Monteiro

ATIVIDADE:

1° Congresso Vocacional – Regional Leste II
Centro de Formação Martina Toloni -Vila Velha – ES.
Arquidiocese de Vitória
DATA:
30, 31 de jul a 01° de agosto
CONTATO:
Ir. Gervis Monteiro e Pe. Márcio Ferreira de Sousa
ATIVIDADE:
III Congresso Vocacional do Brasil
Itaici- São Paulo
03 a 07 de setembro de 2010.
CONTATO: Ir. Gervis Monteiro
ATIVIDADE:
Reunião dos coordenadores do SAV em nível nacional
Centro Rogate – São Paulo
DATA:
22 a 23 de março
Reunião Conjunta da CMOVC
DATA: 25 a 28 de outubro
LOCAL: Aparecida-SP
CONTATO:
Pe. Reginaldo
ATIVIDADE:
Celabração do dia do Bom Pastor
Tema: Testemunho suscita vocações
DATA: 4° domingo da Páscoa
CONTATO: Ir. Gervis e coordenadores das províncias eclesiástica
ATIVIDADE:
Celebrar as diversidades das vocações na Igreja.
Em todas as dioceses
DATA:Agosto mês vocacional
Tema: Discípulos Missionários a serviço das vocações’
CONTATO:
Ir. Gervis e coordenadores das províncias eclesiástica
Província de Belo Horizonte
ATIVIDADE:
Reunião da coordenação
DATA:
08 de fevereiro - Casa de Oliveira - BH-8h30min às 13h
03 de maio - Casa de Divinópolis - BH - 8h30min às 13h
04 de outubro - Casa de Sete Lagoas - BH - 8h30min às 13h
Seminário S. José em Belo Horizonte
- III Assembléia do SAV
DATA: 12 a 14 de novembro
LOCAL: Divinópolis

CONTATO:
Pe. Everaldo Quirino
Província de Belo Horizonte Pe. Everaldo Quirino
Província de Diamantina
ATIVIDADE:
Estudo do texto base do III Congresso Vocacional
LOCAl: Diocese de Almenara
data: 31 de abril a 01 de maio
contato: Pe. Aleandro Santos Vieira

Província de Juiz de Fora
ATIVIDADE:
- 1° Sínodo arquidiocesano
LOCAL: Juiz de Fora
13/12/2009 a 21/01/2010
- Estudo do texto base do III Congresso Vocacional
Local a definir
Data a definir
CONTOATO: Ir. Terezinha e Willian

Província de Mariana
ATIVIDADE:
Ceara: grande encontro de juventudes
DATA: 13 a 16 de fevereiro
LOCAL: Viçosa
- Reunião da coordenação
DATA:
20 de março
09 de outubro
- Estudo do documento final do III Congresso vocacional do Brasil
DATA: A definir
Novembro
CONTATO: Ir. Eva
- Encontros vocacionais
LOCAL: Governador Valadares
DATA: Um vez por mês
CONTATO: Padre Anderson José de Paula
- Reunião da coordenação do SAV e GV
Gov. Valadares
Um vez por por mês
CONTATO:
Padre Anderson José de Paula
- Assembléia de Animadores Vocacinais (Mariana)
Data: 15 de maio
Local: Ponte Nova

Província de Pouso Alegre
ATIVIDADE:
Encontro de Acompanhamento Vocacional
LOCAL: Três Corações Dioc. de Campanha
19 a 21 de fevereiro
CONTATO: Reginaldo
- Encontro Diocesano da OVS
LOCAl: Três Corações (Dia Mundial de Oração pelas Vocações)
25 de abril
- Congresso/Assembléia Vocacional
Diocese da Campanha
Data a definir
- Reunião da coordenação das dioceses do SAV
Diocese de Campanha
DATA: maio
- Encaminhamento para o I Congresso Regional
Local a definir
DATA: Junho e setembro
- Congresso Vocacional
Três Corações diocese de Campanha
DATA: 12 a 14 de novembro
Província de Montes Claros
ATIVIDADE: Reunião da coordenação
LOCAL: Paracatu
DATA: 02 de março
CONTATO: Pe. Antonio Eduardo